3 Tendências focadas nos negócios da API para 2020

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Seguindo as tendências tecnológicas discutidas no episódio 1, Mike Amundsen (consultor de estratégia de API da MuleSoft) e Matt McLarty (líder global de estratégia de API da MuleSoft) discutem as tendências de negócios e organizacionais relacionadas à API que eles veem para 2020 no episódio 2 do podcast Unplugged da API. Essas tendências vão do design do produto e do pensamento de gerenciamento de produtos aplicados ao desenvolvimento da API, ao aumento da maturidade do mercado para APIs externas e a um maior nível de descentralização nas organizações que constroem e suportam produtos de API. Ouça aqui:

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A seguir, é apresentado um breve resumo do podcast:

Área de foco nº 1: pensamento sobre o produto

A discussão começa com Mike, observando que houve um aumento nas discussões focadas no produto durante seus compromissos de consultoria em API. Isso pode vir na forma de líderes de estratégia de produto que conduzem as discussões, ou mesmo de equipes apenas de TI que surgem nos conceitos de gerenciamento de produtos. Matt retransmite dois exemplos disso. Primeiro, ele menciona um workshop de API liderado por seu colega Stephen Fishman que foi entregue a uma audiência de especialistas em preços de produtos de uma grande organização de serviços financeiros. Ele então fala sobre uma reunião que teve com o CIO de uma grande empresa de bens de consumo que está criando uma equipe de produtos digitais em TI. O CIO diz que a intenção é aumentar essa equipe e, eventualmente, tornar-se sua própria unidade de negócios.

Apesar disso, Mike prevê que será difícil para as organizações passar de produtos físicos para produtos digitais. Matt reflete que grande parte da teoria de gerenciamento e desenvolvimento de produtos em engenharia de software é baseada nas práticas de gerenciamento de produtos industriais e contrasta a cadeia de suprimentos físicos com a noção de uma “cadeia de suprimentos digital”. Mike cita a prototipagem como uma prática que pode ser usada com mais eficiência em soluções digitais do que em produtos físicos. No entanto, ele observa a maturidade dos mercados de produtos físicos, enquanto as empresas costumam “projetar um mercado e também projetar um produto”. Para encerrar esta discussão, Matt incentiva as organizações a “olhar lateralmente e usar analogias” de outros setores para obter inspiração ao inovar.

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Área de enfoque 2: maturidade do mercado

A segunda parte da discussão interrompe o argumento de Mike sobre a maturidade do mercado. Ele faz referência à estrutura de pioneiros, colonos e urbanistas de Simon Wardley quando se trata de adoção de novas abordagens. Na adoção de APIs como produtos, Mike vê algumas organizações passando da fase pioneira para a fase de colonos. Matt questiona se as organizações precisam ser pioneiras antes dos colonos. Mike observa que, em serviços bancários e pagamentos, ele está vendo um mercado maduro de API em que as empresas estão entrando como assentadas. Na mesma nota, Matt aborda a recente aquisição da Visa da empresa de API Plaid e pergunta se isso é reflexo de um participante do setor estabelecido que não conseguiu criar seus próprios produtos de API. Mike acha que é mais um reflexo dos negócios pensando em entrar no mercado e como entrar no mercado; no caso da Visa, foi através de uma aquisição. Mike e Matt discutem o poder dos “trabalhos a serem realizados” de Clayton Christensen na abordagem de novas oportunidades de mercado para as organizações. Mike resume essa abordagem como “estar onde o cliente está”.

Área de enfoque 3: organizações descentralizadas

A terceira seção examina as tendências nas organizações que constroem e executam APIs. Na experiência de Mike, muitas organizações estão focadas na criação de equipes pequenas e fortalecedoras, bem como na abordagem de liderança que a acompanha. “É necessária uma liderança diferente para gerenciar uma equipe de 50 pessoas do que gerenciar 10 equipes de 5”, diz ele. Matt viu o mesmo e observa que as equipes de trabalho costumam ser uma colaboração multifuncional de pessoas de negócios e tecnologia, embora possam ter uma variedade de linhas de relatórios diretos. Mike leu recentemente um artigo falando sobre organizações que imitam sistemas de software distribuídos. Nessa abordagem, as equipes de produtos desempenham o papel de aplicativos, as organizações de serviços compartilhados – como RH – funcionam como plataforma e as equipes externas atuam como APIs. Essas organizações incluem até o conceito de comunicação norte-sul versus leste-oeste. Matt observa a influência bidirecional que a arquitetura de software e as tendências organizacionais têm entre si, com o Agile levando ao DevOps levando a microsserviços que levam a essa transformação organizacional orientada ao produto. Ele menciona a noção de sistemas sociotécnicos e a importância do pensamento sistêmico na navegação por paisagens lideradas por API. Mike cria um vínculo entre padrões em sistemas de software distribuídos e a distribuição de decisões organizacionais. No livro que ele co-autor, Gerenciamento contínuo de API, a seção sobre governança da API detalha como esse processo pode funcionar. O último comentário de Matt para fechar o podcast é … “Compre o livro!”

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Luiz Presso
Luiz Presso